Cinco formas de construir uma arquitetura de dados correta

Ao abordar considerações fundamentais no início do processo de arquitetura, os CIO podem evitar problemas futuros.

Os modernos processos de arquitetura de aplicações envolvem trabalhos altamente complexos, dos quais a construção requer modelos robustos baseados em dados, mantendo ao mesmo tempo fragmentos arquitetónicos que permitem o desenvolvimento moderno da aplicação.

Iludir a criação de uma arquitetura de dados razoável pode levar a falhas de diferentes repercussões na secção correspondente às aplicações – desde problemas de desempenho do sistema a falhas de integridade de dados, até à localização de erros relacionados com a aplicação, soberania e segurança de dados, sem esquecer as perdas relacionadas com a escalabilidade. Por isso, é essencial construir um tipo de arquitetura que garanta o sucesso a longo prazo.

Para estabelecer um processo de atualização do sistema para o desenvolvimento das aplicações atuais, os especialistas recomendam ter em conta cinco metodologias ao conceber ou redesenhar a arquitetura das aplicações que irão gerir os dados.

Use o gestor de base de dados correto

A primeira e mais importante decisão ao tomar a arquitetura de dados é compreender o tipo de dados que o sistema de gestão de bases de dados contém ao armazenar e conter a informação de forma a determinar o tipo de dados. Gestor de base de dados que teremos de usar: base de dados SQL, um simples armazém de dados, um armazém de objetos ou um armazém de dados estruturado.

O tipo de gestor de base de dados designado determinará se a base de dados a gerir será capaz de desempenhar a sua função designada e também analisará se os requisitos de escalabilidade e disponibilidade terão um impacto positivo na escolha.

Armazenar dados no local certo

Dependendo do tipo de aplicações e dados a serem tratados, os dados podem ser armazenados na parte frontal de uma aplicação, na parte traseira, na plataforma de consumo local, ou a informação pode ser partilhada com uma parte dos consumidores.

Considere a escalabilidade desde o início

O momento mais crítico no desenvolvimento de um aplicativo é saber se ele será capaz de escalar para atender às necessidades expansivas que a escala no banco de dados exige, seja para aumentar a quantidade de dados que é necessário armazenar, ou se a escala for feita para permitir que um maior número de pessoas utilize a aplicação simultaneamente.

Distribuição de dados através de serviços

Um grupo de especialistas em computação em nuvem sugere centralizar as aplicações de dados como o modelo mais adequado na gestão de grandes repositórios de dados. “Centralizar os dados facilita a integração de machine learning e outras análises avançadas para extrair informações mais úteis a partir de dados”, argumentam os especialistas.

No entanto, outros especialistas apontam esta técnica como errada porque, embora o processo de escalabilidade seja mais simples, a forma mais eficaz de escalar os dados é descentralizá-los e armazená-los em serviços individuais alojados neles. Desta forma, as aplicações, se compostas por centenas de serviços distribuídos, poderão armazenar os dados em centenas de locais.

Distribuir dados geograficamente

Por último, terá de determinar quem está autorizado a utilizar os dados e onde ficará geograficamente localizado, uma vez que o comércio global representa uma oportunidade interessante para fazer crescer negócios, os gestores devem estar preparados para garantir o cumprimento das normas e restrições locais que podem dificultar a gestão global de dados.

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