Critical quer assegurar que o IT não falha nos dispositivos médicos

Assegurar que os dispositivos médicos não falham a quem mais precisa deles é a nova missão da Critical Software.

Esta aposta no sector da saúde teve em consideração o papel basilar que o software tem no funcionamento dos aparelhos e, por consequência, na qualidade de vida dos cidadãos, a tecnológica tem como objetivo ajudar as empresas a garantirem que os sistemas operacionais dos dispositivos médicos estão blindados de possíveis ataques informáticos ou erros e que estão em conformidade com o novo Regulamento para os Dispositivos Médicos, que vai entrar em vigor em maio de 2020. 

“Os dispositivos médicos, como os pacemakers, máquinas de suporte de vida e implantes, têm um papel fundamental na vida de milhões de pacientes, que confiam na tecnologia para assegurar a sua saúde”, refere Ana Rita Silva, responsável da Critical Software pelo desenvolvimento de negócio desta área. “Vamos utilizar os mais de 20 anos de experiência que as nossas equipas têm no suporte de sistemas críticos para encontrarmos as melhores soluções para os problemas que a indústria está atualmente a enfrentar e, desta forma, melhorar a qualidade de vida dos pacientes”, acrescenta. 

Atualmente, a regulação não tem em consideração o papel do software, algo que vai mudar com o novo rol de normas – desde 2016 que os problemas com software são o maior motivo de falha dos dispositivos médicos. Para além disso, estes aparelhos estão cada vez mais evoluídos e conectados a outros, como computadores e smartphones, o que também apresenta um risco acrescido aos pacientes que usufruem destas tecnologias. 

A Critical Software pretende também investir na área de investigação e desenvolvimento para explorar o potencial da aplicação de várias tecnologias a esta área, como o caso da inteligência artificial. Desde que a nova área de negócio arrancou, a multinacional tecnológica já fez parcerias com organizações da Alemanha e da Europa do Norte.

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