Critical TechWorks apela à libertação do talento em Portugal

“Free the Code Monkeys” é a campanha da tecnológica luso-alemã que pretende estimular os programadores a fugirem de tarefas rotineiras e a despertarem o seu potencial para desafios com maior impacto.

A Critical TechWorks, joint venture entre a multinacional portuguesa Critical Software e o grupo automóvel alemão BMW, lançou uma campanha “Free the Code Monkeys”, que tem como objetivo consciencializar os profissionais de desenvolvimento de software para o impacto que podem ter no mundo tecnológico e atrair o melhor talento.

É a partir deste movimento que a Critical TechWorks quer libertar os “Code Monkeys”, ou seja, os programadores que se assemelham a trabalhadores de uma linha de montagem, não participando na idealização dos projetos e apresentando-se como tarefeiros.

A empresa, criada com o objetivo de desenhar os automóveis BMW do futuro, melhorar a experiência dos condutores dentro e fora do carro, e apoiar o grupo alemão na sua transformação digital e que, este mês, celebra um ano de existência, atraiu 500 colaboradores no primeiro ano de atuação, e quer terminar 2019 com 600. Até dezembro do próximo ano, o objetivo passa por ter uma equipa com 1.000 pessoas.

“Na Critical TechWorks trabalhamos o estado da arte da tecnologia para a indústria automóvel e não queremos, tal como nenhuma empresa deveria querer, ter colaboradores que apenas contribuem com mão de obra. Acreditamos no engenho e na criatividade do talento em Portugal e estamos ativamente à procura de pessoas capazes de pensar de forma diferente”, afirma Rui Cordeiro, CEO da Critical TechWorks. “A Free the Code Monkeys vem ao encontro destas nossas duas necessidades: de estimular os recursos humanos portugueses na área tecnológica, mostrando-lhes que podem ser mais do que apenas trabalhadores de uma linha de montagem, e de posicionar a Critical TechWorks como uma empresa atrativa para esse talento, onde o desafio é constante e o impacto de cada colaborador é real”, acrescenta.

A campanha online arrancou com o lançamento de um website e de um manifesto.

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