Quanto pode custar o roubo de dados do seu negócio?

Proteger informações com apoio de parceiros, sistemas, e tecnologias que previnam possíveis roubos de dados deve ser considerada uma ação prioritária.

Por Cleber Ribas | BLOCKBIT

Quanto pode custar a uma empresa ver todos os seus dados e sistemas expostos, expostos aos olhos da concorrência ? O que significaria perder as informações dos seus clientes e comprometer a privacidade de assuntos-chave para o futuro de sua organização? É dificl de imaginar o tamanho do prejuízo, tudo bem.  Num mundo cada vez mais digital e conectado, sofrer um ataque virtual pode provocar consequências inimagináveis para qualquer empresa, independentemente da sua deimensão ou setor.

Estima-se que, em 2018, os crimes virtuais tenham gerado perdas de aproximadamente dois milhões de biliões de dólares em todo o mundo, sem contar com os estragos na reputação de grandes empresas ao redor do planeta.

Seja para apoiar a geração de novos negócios ou como ativos que procura de proteção contínua, os dados são o petróleo da Era Digital. O problema é que basta um clique num link malicioso para deitar a perder todo o processo de coleta, análise e gestão, expondo para todo o universo on-line as informações que deveriam estar bem protegidas.

Este risco iminente fica claro quando nos lembramos que o principal tipo de ataque dos últimos anos teve como alvo justamente o roubo de informações de utilizadores e empresas. Estamos a falar das ações de phishing, que usam iscos para contaminar as máquinas onde, hoje, armazenamos informações de todos os tipos. O objetivo dessas ações é roubar informações sigilosas, sobretudo das empresas, não olhar a sua dimensão.

Importa garantir que ninguém clicará em links suspeitos. A consciencialização dos utilizadores é uma etapa muito importante neste desafio e a promoção de boas práticas tem de ser incentivada dentro das empresas. Se os utilizadores não conhecem os riscos e não estão em conformidade com as regras criadas para promover mais segurança para as informações confidenciais, pouco avanço as empresas poderão obter.

Mas é claro que impedir que os utilizadores se comportem de forma pouco segura, aceder a páginas ou arquivos contaminados, também passa pela adoção das tecnologias corretas e da gestão competente das erramentas. Um fator de risco frequentemente negligenciado é a configuração das infraestruturas de TI.

Erros internos e má-configuração de redes frequentemente criam riscos e podem ser o ponto fraco para a exposição de informações dos negócios. Uma rápida pesquisa na Internet é o suficiente, por exemplo, para encontrarmos inúmeras notícias sobre danos provocados por episódios de fuga de dados, envolvendo algumas das maiores organizações mundiais.

Mas se as grandes companhias estão a fumentar boas praticas e a promover a consciencialização dos seus utilizadores , o que dizer das pequenas e médias empresas? Sem dúvida, precisam mais do que nunca dedicar atenção a este desafio. Principalmente porque o número de casos tem crescido à medida em que mais empresas precisam estar conectadas para atender os seus clientes – e nada indica que isso vá mudar daqui em diante.

Os númerosmostram claramante a razão porque as organizações precisam estar preparadas para este cenário de ameaças em constante evolução. Os líderes das organizações precisam de entender que investir em segurança digital tem influência direta no desempenho e envolve cada um dos dispositivos e itens conectados às redes.

 

Para extraírem a total performance das inovações tecnológicas e, ao mesmo tempo, evitarem os riscos do mundo on-line, as empresas devem focar-se em práticas e ações internas que porcurem, entre outras coisas, estabelecer a atualização e o acompanhamento contínuo da infraestrutura e dos serviços digitais. Outra questão, evidentemente, é usar soluções especialmente alinhadas à rotina e à realidade dos seus negócios, com funcionalidades e recursos que garantam o desempenho e a segurança de suas operações – ou do relacionamento da empresacom seus clientes.

Por isso, a preocupação com a cibersegurança não deve ser um tema restrito apenas à área de TI. Hoje, os dados fazem parte dos negócios, como uma matéria-prima essencial para a análise e evolução real das companhias. Proteger essas informações com o apoio de parceiros, sistemas, tecnologias e serviços que previnam possíveis roubos de dados ou falhas de privacidade é o caminho para o sucesso e deve ser considerada uma ação prioritária.

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