Flexibilidade com novo modelo de consumo de TI (com vídeo)

A Hewlett Packard Enterprise tem procurado desenvolver a sua oferta de serviços de TI para permitir oferecer aos clientes novos modelos de utilização de TIC e o Flexibility Capacity é um dos exemplos mais consistentes disso. A gestão da complexidade e dos custos dos centros de dados continua a ser um desafio para muitas empresas,

A Hewlett Packard Enterprise tem procurado desenvolver a sua oferta de serviços de TI para permitir oferecer aos clientes novos modelos de utilização de TIC e o Flexibility Capacity é um dos exemplos mais consistentes disso.

A gestão da complexidade e dos custos dos centros de dados continua a ser um desafio para muitas empresas, mesmo aquelas com uma estrutura de TI bastante evoluída. Pressionados pelo negócio, os responsáveis de TI querem simplificar a gestão das operações e aperfeiçoar esses processos com agilidade.

Pretendem ter operações de TI continuamente optimizadas, mas sem prender os recursos humanos a tarefas para obter isso. A capacidade de TI tem de estar disponível a pedido, assim que for necessária, mas sem ser preciso ter na organização equipamentos em excesso, sublinha a consultora Frost & Sullivan num estudo. Ao mesmo tempo, importa ter controlo sobre toda a infraestrutura, mas sem pagar por recursos que permanecem à espera de serem utilizados, durante a maior parte do tempo.

Para conseguir responder a estes desafios, as empresas tendem a substituir as tradicionais compras de infraestruturas pela aquisição de capacidade, conforme ela é necessária, até numa base mensal, nota a IDC. Como resultado a consultora nota que muitas organizações registam menos capacidade de TI não utilizada.

Na perspectiva da Frost & Sullivan, a resposta aos referidos problemas passa por procurar um parceiro especialista para ajudar a gerir o centro de dados. Define-o como uma organização capaz de aproveitar as tecnologias de cloud computing e a eficiência de custo deste modelo, mas deixando o cliente com o controlo sobre a sua infraestrutura.

O parceiro certo, segundo a Frost & Sullivan, funcionará como extensão do cliente, partilhando responsabilidade e risco. O objectivo será manter um ambiente de TIC capaz de suportar a flexibilidade e mudanças no negócio, dar agilidade e servir a inovação.

A Hewlett Packard Enterprise, através da sua unidade de Technology Services, quer liderar a oferta para essas necessidades e assume-se como o parceiro mais capaz de a disponibilizar. Integrado na sua oferta, o serviço Flexible Capacity, disponível em Portugal, serve esse propósito.

Inclui uma combinação de serviços proactivos e de gestão de capacidade, prestados por uma equipa local personalizada e por um suporte experiente desenvolvido numa escala mais global, detalha o director da unidade de Technology Services da Hewlett Packard Enterprise em Portugal, Dennis Teixeira.

O objectivo será manter um ambiente de TIC capaz de suportar a flexibilidade e mudanças no negócio, dar agilidade e servir a inovação.

O responsável explica, em entrevista, como o serviço facilita a implementação de novos modelos de consumo de TI, incorporados na estrutura interna dos clientes, de modo a proporcionar uma experiência muito semelhante àquela da utilização e cobrança na cloud.

O Flexible Capacity permite, por exemplo, a disponibilização imediata de infraestrutura e uma significativa redução de custos, sustenta. E a utilização é medida com uma ferramenta partilhada entre o fornecedor e o cliente, envolvendo a associada partilha de risco.

Como em última instância o objectivo é garantir a capacidade de TI estritamente necessária ao cliente, o serviço beneficia do conhecimento de uma equipa certificada em vários domínios, além daquele relativo às infraestruturas de TI. Trabalhando com o conjunto de especialistas é possível prever a capacidade base e de crescimento, bem como aquela que é necessária em momentos de pico de utilização.

No processo cria-se uma “almofada” local de recursos flexível, cobrados apenas quando usados. O preço por unidade é definido logo de início sendo estabelecido um “consumo mínimo”, acima do qual o cliente paga apenas os recursos que usar. O modelo oferece melhor visibilidade sobre os custos reais e permite sustentar melhor as decisões de negócio.

O serviço Flexible Capacity tende a ser reforçado no geral, ao beneficiar com o investimento da HPE em novas áreas de evolução como as de infraestrutura definida por software. Do ponto de vista tecnológico, perspectiva-se ainda um maior grau de automatização. A tendência, vinca Dennis Teixeira, é para a oferta do fabricante abranger o centro de dados de extremo a extremo, respondendo aos desafios que têm sido apresentados pelo tecido empresarial português.

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