6 tendências na eHealth

A implantação da telemedicina e de sistemas de inteligência clínica são duas das linhas de evolução na transformação digital do sector da saúde, para o próximos dez anos, nota a CIOnet.

ehealth_idgnsDados recolhidos pela CIOnet indicam que em dez anos 75% dos pacientes deverão utilizar serviços de saúde digitais. A previsão faz parte de um conjunto de tendências de eHealth identificadas pela comunidade de executivos de TI.

A gestão do bem estar, acesso a cuidados de saúde, doenças crónicas e gestão de doença são as quatro grandes temáticas que dominam seis tendências, no âmbito do impacto da quarta revolução industrial na área da saúde.

1- Telemedicina: a sua adopção deverá permitir a monitorização contínua do paciente, mas também auto-monitorização e consultas interactivas, com benefícios na capacitação do doente, redução de custos e facilidade de acesso a cuidados de saúde.

2 ‒ IoT: terá um impacto muito positivo na medida em que facilita a adesão dos pacientes ao tratamento, permite a detecção inicial de complicações e permite um tratamento e medicação (e.g., dosagem) ajustado em tempo real.

3 ‒ Saúde em mobilidade: aportará um conjunto significativo de vantagens, entre as quais,  maior precisão de dados e acesso à informação, aumento de produtividade dos clínicos, melhor comunicação entre profissionais de saúde e pacientes, diminuição de erros médicos e melhor qualidade do serviço prestado.

4 ‒ Maior interligação: a conexão integral de todos os interlocutores, é possível uma maior precisão dos resultados, enfoque na prevenção, minimização da utilização de serviços desnecessários e maximização da independência dos pacientes.

5 ‒ Envolvimento do paciente: a utilização de tecnologias promotoras do envolvimento do paciente irá desenvolver-se em diferentes áreas:

– educação do paciente, para maximizar escolhas inteligentes e diminuir desperdício de tempo;
– portais, com interacções virtuais: paciente-médico, paciente-paciente e médico-médico e reacções opinativas do paciente.

6 ‒ Inteligência clínica: os hospitais assistem a um crescimento exponencial do volume de dados aumentando a necessidade de uma melhor inteligência de negócios clínica e análises clínicas. Envolve a implementação de rotinas e automatismos, intensificação da comunicação/inteligência de negócios, optimização do fluxo de dados entre as bases de dados e aumento da especificidade/sensibilidade da análise clínica.

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